PRINCIPAIS TÍTULOS DE 2008
   
   
 
 
OC-2  CAMPEÃO DA TAÇA COMODORO 2008 RIO DE JANEIRO - RJ DUPLA ( ALEX REIS E FELIPE NEUMANN ) .,
 
              CIRC. BRASILEIRO DE CANOAGEM HAVAIANA 2008
 
 OC-2 CAMPEÃO BRASILEIRO C. H 2008 CAT. MÁSTER DUPLA( ALEX REIS E FABIO PAIVA).,
 OC-2 VICE CAMPEÃO BRASILEIRO C.H 2008 CAT. OPEN (ALEX REIS E FABIO PAIVA ).,
 
 OC-6 TETRA CAMPEÃO  BRASILEIRO  EM EQUIPE TRIBO Q. PIRA  NA CAT. OPEN
 OC-6 VICE CAMPEÃO BRASILEIRO EM EQUIPE TRIBO Q. PIRA MÁSTER  NA CAT. MÁSTER.,
 
            CIRC.PAULISTA DE CANOAGEM HAVAIANA 2008
 
 OC-1 5 COL.  NO GERAL
 
 OC-2 CAT MÁSTER CAMPEÃO PAULISTA : DUPLA ALEX REIS E CELSO FILETTI.,
 
 OC-6 CAT OPEN EQUIPE TRIBO Q. PIRA TETRA CAMPEÃ PAULISTA 2008
 OC-6 CAT MÁSTER EQUIPE TB. Q. PIRA MÁSTER CAMPEÃ PAULISTA  2008
 
 3 COPA SUL AMERICANA DE CANOAGEM HAVAIANA (RIO VAA 2008)
 
 OC-6 CAT MÁSTER CAMPEÃ SUL AMERICANA 2008 EQUIPE TB. Q. PIRA MÁSTER.,
 OC-6 CAT OPEN 6 COLOCAÇAO GERAL SUL AMERICANA  2008 EQUIPE TRIBO Q. PIRA .,
 *QUE E BI CAMPEA SUL AMERICANA NOS ANOS 2006/2007.

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  Santistas da TriboQPira de Canoas Havaianas
Vencem nas duplas e ficam em terceiro por equipes na taça Comodoro, Rio de Janeiro
   
   
 
A equipe santista de canoas havaianas TriboQPira, atual tricampeã nacional, ficou na terceira posição na Taça Comodoro, no Rio de Janeiro, no último dia 1º de junho. O grupo patrocinado por Fitness Shop foi superado pelos cariocas da Rio Vara e pelos
guarujaenses da Rapa Nui, time que vem evoluindo significativamente. A prova na Praia da Urca serviu como preparação para as duas etapas finais do ranking brasileiro, no dia 29 de Junho, na USP, em São Paulo, e nos dias 26 e 27 de julho, em Cabo Frio.
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'Foi um bom teste para a terceira etapa do Brasileiro, que será uma prova de sprint na USP. Percebemos que não somos imbatíveis. Faltou explosão e isso foi bom para a equipe avaliar que o nível está subindo sempre, admitiu Celso Filetti, referindo-se às duas vitórias nas duas etapas de destaque este ano, na Volta à Ilha de Santo Amaro, com recorde da prova de 75 km, e na 2ª fase do Brasileiro, também no Rio de Janeiro.
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'Perdemos para nós mesmos. Decidimos viajar à noite e chegamos lá às 3 horas
'e antes das seis já estávamos acordados. Nossa pilha estava gasta e não deu tempo de recarregar. Ainda bem que não era etapa do Brasileiro, frisou Filetti. Para uma boa performance precisamos de três situais de igual importância, treinos, boa alimentação e repouso, complementou.
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'Na prova de 14 km, os vencedores marcaram 1h03min45s. A Rapa Nui chegou '>'apenas 15 segundos atrás e a TriboQPira a praticamente dois minutos dos cariocas. Ainda na disputa, a Canoa Brasil e a Brucutus, também de Santos, ficaram na 5ª e 6ª posições.
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'DUPLAS - Já no sábado, a dupla Alex Reis e Felipe Neumann fez bonito, faturando a categoria duplas, ao superar Ronaldo e Paulo, da Brucutus.
'Remamos forte do início ao final. O Felipe está muito forte e tem uma grande noção no mar. Por isso é hoje um excelente leme. Pelo menos a TriboQPira voltou com essa vitória para Santos, afirmou Alex Reis.
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'http://www.fmanoticias.com.br/canoas_Havaianas/fotos.html

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  TriboQPira garante dobradinha na 2 etapa do
Brasileiro de Canoas Havaianas 2008 na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro
   
   
 
Atual tricampeã nacional, a equipe TriboQPira garantiu mais uma grande atuação no Brasileiro de Canoas Havaianas. Depois da vitória na Volta à Ilha de Santo Amaro, estabelecendo o novo recorde da prova mais longa do Mundo na modalidade, o grupo santista conquistou uma dobradinha na Copa Lagoa de Velocidade, a segunda etapa do ranking, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.

Além do primeiro lugar na disputa principal, os atletas levaram a categoria master, que vem crescendo significativamente e onde os seis remadores devem somar 240 anos, no mínimo. Nas duas disputas, os santistas venceram com certa tranquilidade. Na open, completou os 6 km em 46min04s, ficando
45 segundos à frente da Rapa Nui/Paddle Brasil, de Guarujá, e um minuto e oito segundos da Brucutus Cavalera Santos.

Na master, finalizou a prova em 47min16s, com um minuto e 31 segundos de vantagem sobre os donos da casa, a equipe Praia Vermelha Vaa Clube, do Rio de Janeiro. Foram duas vitórias emocionantes e os nossos dois lemes, o Felipe Neumann, na open, e o grande Fábio Paiva, na master, fizeram a diferença?, comentou Celso Filetti, orgulho de ter atuado nas duas provas.

Temos de destacar os dois lemes, pois o Felipe rema muito forte e comanda a embarcação, sendo muito difícil alguém fazer as duas tarefas com tanta '>'energia e garra, e o Fabião pela experiência de anos conduzindo a equipe de maneira firme e competente?, ressaltou Filetti.

Na open, ganhamos as duas primeiras e ganhamos mais motivação ainda para a próxima prova, que será na raia olímpica da USP, em junho, frisou Filetti, lembrando que Luis Gustavo também teve participação dupla nas vitórias.
Nós dois remamos nas duas. O Felipe ficou meio preocupado no começo, pois a master foi primeiro e poderíamos ficar prejudicados, porém treinamos para isso e conseguimos remar nas duas com a mesma potência, sem perder o sincronismo?, comemorou.

Na open, também participaram da vitória Renato Inácio, o Bigorna, Kadu Zaidan e Jefferson Libório. Na master, estavam Alessandro Matero, o Amendoim, Alex Levorin e Alex Reis. ?Sinto que a canoa havaiana está crescendo muito e o que vi no Rio de Janeiro me deixou muito feliz, com um clima de ajuda mútua em prol do esporte?, comentou Fábio Paiva, precursor da canoagem havaiana no Brasil.

A categoria master vai crescer muito e vejo como uma forte tendência de evolução, pois o público com mais idade sente maior necessidade de estar em contato com atividades outdoor, disse. O nível também está ficando mais acirrado tanto na open quanto na feminina. A TriboQPira venceu com certa vantagem, por ser um grupo com sinergia, que já se conhece e se respeita, acrescentou Paiva.

O Brasileiro de Canoas Havaianas terá mais duas etapas. A próxima será na raia olímpica da USP, em São Paulo, nos dias 28 e 29 de junho. A final será em Cabo Frio, no mês de julho. Mais detalhes sobre a Copa Lagoa de Velocidade de Canoas Havaianas no site www.praiavermelha.org.
 
   
   
  TriboQPira garante o tri e bate o recorde no desafio da
6ª Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas
   
   
 

Com uma atuação destacada no conjunto, sincronismo, muita força e estratégia, a equipe santista TriboQPira garantiu o tricampeonato na 6ª Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas, no último dia 16 de março.
Apontado como a disputa mais longa do Mundo na canoagem oceânica, o desafio teve 75 km de remadas ininterruptas, passando por trechos de mar (costeando as praias de Guarujá), rio e o Porto de Santos.

O grupo santista venceu a disputa e ainda bateu o seu próprio recorde,completando o percurso em 6 horas 04 minutos e 35 segundos, 13 minutos a menos que em 2007. O nível foi muito forte, tanto que outras três equipes também completaram a prova abaixo do tempo dos campeões do ano passado.

A Brucutus Cavalera Prefeitura de Santos, a mais antiga equipe do País, em ação desde a chegada do esporte em 2000, ficou com o vice, apenas dois minutos e três segundos atrás dos vencedores. Outro destaque foi a Rapanui Padle Brasil, de Guarujá, terceiro lugar, com 6h09min30s.

Em quarto lugar, ficaram os atletas da Cabo Frio/Peruíbe, com 6h16min03s, seguidos da Rio Va?a, que mesmo com problemas com o barco de apoio (não podendo fazer revezamento de atletas e abastecimento boa parte do trajeto) marcou 6h22min36s. Destaque, também, para a categoria feminina, que teve a participação de quatro equipes e vitória da Matero/Atenah, em 7h25min03s.

Apesar do tempo chuvoso, o mar estava relativamente calmo, mas com correntenzas fortes. Além da força nas remadas, o que prevaleceu foi o conjunto, sobretudo no momento das trocas. Cada embarcação tem seis atletas e a equipe conta com nove componentes, para revezamentos a qualquer momento da disputa, para descansos e alimentação.

Neste ponto, a TriboQPira foi perfeita, ganhando tempo precioso a cada mudança de remadores, com muita habilidade e rapidez dos atletas na subida e descida do barco. ?A prova foi dez. Perfeita. Não erramos em nenhuma troca e isso nos ajudou muito, além da nossa garra e união. Batemos o nosso recorde, mas outras três equipes também baixaram esse tempo. Isso mostra que o nível da canoagem brasileira está crescendo muito. Temos mais competidores, mais provas. Isso é bom para o esporte?, afirmou Celso Filetti, um dos líderes da TriboQPira.

Segundo ele, um dos diferenciais da equipe é a composição do time. ?
Somos 13 atletas e antes de cada prova fazemos uma seletiva e pegamos os nove melhores naquele momento. Estamos sempre treinando e disputando internamente nossas colocações. É um incentivo a mais. Todo mundo quer estar na equipe?, ressaltou.

Filetti, atual campeão brasileiro e tri da Rio Va?a na categoria master, também destacou a hidratação e alimentação. ?Todos usamos camelback, que nos permitiu remar e beber água ao mesmo tempo?, contou. ?O mar, após a Ilha da Moela, estava muito ruim e passamos momentos difíceis, porém tínhamos três lemes experientes, que não deixaram a canoa adernar?, acrescentou.

FORMAÇÃO - Além de Filetti, a TriboQPira, que tem o apoio da Fitness Shop, remou com Felipe Neumann (capitão), Luis Gustavo, Jeferson Libório, Kadu Zaidan, Thiago Airas, Alex Levorin, Alessandro Matero e Renato Inácio, o Bigorna. ?Não temos estrelas na equipe. É uma família. Desta vez só faltou o Sebastian para baixarmos de seis horas?, ressaltou Filetti, referindo-se ao canoísta olímpico Sebastian Cuattrin, outro integrante do grupo.

?Além do Sebá, agradecemos ao Alex Reis, José Marcos Mendes e ao Felipe Alonso, que são da nossa equipe e não puderam estar fisicamente na canoa, porém nos ajudaram muito nos treinos preparação e companheirismo?, frisou Filetti, lembrando que agora a equipe se prepara para buscar o tetracampeonato nacional.

Vice-campeões apertaram no final

A rivalidade sadia entre a TriboQPira e a Brucutus Cavalera Prefeitura de Santos foi novamente evidenciada no desafio. Segundo o capitão da equipe vice-campeã, Everdan Riesco, um dos mais experientes da modalidade, o ataque à vitória começou tarde. ?Se tivesse mais um quilômetro de prova, nós '>'chegaríamos neles. Nossa estratégia foi começar de gatinho e terminar como leão. Quando atacamos era tarde?, afirmou.

?A vitória foi merecida, porque eles remaram forte o tempo todo. Eles são poderosos?, elogiou Riesco, lembrando que também usou entre os seus remadores alunos do Projeto Navega São Paulo, do Bairro Caruara, da Área Continental de Santos. ?Montamos um time forte e ficamos felizes em usar essa nova geração?, frisou. ?Também temos de tirar o chapéu para a Rapanui que remou muito bem?, complementou.

FEMININA ? Outro destaque da prova foi a participação feminina, com quatro equipes. Formada por atletas de corridas de aventura, a Matero/Atenah foi a vencedora. Entre as participantes, estavam Gisele Volpi e Silvia Guimarães, a Shubi, participantes da equipe vencedora da categoria mista na primeira edição da Volta, em 2003. Também integraram o grupo Carmem Lúcia, que pratica a canoa desde 2001, Vivi Matero, Camila Nicolau, Fabi, Cyntia Portela e Marina e Roberta Filizola.

No total, foram 12 equipes e 108 atletas participando da prova, que teve largada e chegada na Ponta da Praia, em frente ao Aquário Municipal.A canoas costearam as praias de Guarujá, até o Forte São João, para seguir pelo Canal de Bertioga, em trechos de completa preservação ambiental e mangue, até chegar à Base Aérea de Santos, onde completaram a parte final no Porto de Santos.

DOAÇÃO - Junto ao esporte, a Volta à Ilha de Santo Amaro realizou uma ação social, com a arrecadação de 150 quilos de alimentos, entregues à presidente do Fundo Social de Solidariedade de Santos, Silvia Papa. A organizador do evento, Carla Greco, lembrou que por ser um desafio, o evento não é numeroso em atletas. ?Pelo menos por enquanto?, disse. E recebeu a resposta de
Silvia: ?O importante é a atitude do evento, não a quantidade?.

A 6ª edição da Volta à Ilha de Santo Amaro de Canoas Havaianas teve o patrocínio de Opium Fiberglass - Caiaques e Canoas e co-patrocínio da Prefeitura Municipal de Santos Onbongo. Apoio: Clube Internacional de Regatas. Colaboração da Capitania dos Portos e Corpo de Bombeiros.


Organização da Canoa Brasil, com supervisão da Abracha.

RESULTADOS FINAIS

CATEGORIA MASCULINA

1 TriboQPira/Santos = 6h04min35s

2 Brucutus Cavalera Prefeitura de Santos ? 6h06min38s
3 Rapanui Paddle Brasil/Guarujá ? 6h09min30s
4 Cabo Frio Outrigger Club/Peruíbe ? 6h16min03s
5 Rio Va?a/Rio de Janeiro ? 6h37min10s
7 Equipe Outrigger São Paulo ? 7h04min11s


CATEGORIA MASTER

1 Master Praia Vermelha/Rio de Janeiro ? 6h34min58s (6ª lugar geral)

CATEGORIA FEMININA

1 Matero Atenah/São Paulo ? 725min03s
2 Praia Vermelha/Rio de Janeiro ? 7h35min40s
3 Rio Vaahine/Rio de Janeiro ? 7h43min
4 Brucutus/Santos ? 7h52min26s

FONTE: CANOA BRASIL

Embarcações têm mais de 3 mil anos de história

Também conhecida como canoa polinésia e outrigger, a canoa havaiana existe há mais de 3 mil anos. Foi usada para colonizar as ilhas da região, como Bora-Bora, Tahiti, a Ilha de Páscoa e claro, o arquipélago do Havaí.
As corridas começaram no início do século passado, primeiro entre os velhos rivais havaianos e taitianos. A principal delas é a Travessia Molokai-Oahu, no Havaí. No Brasil, chegaram em 2001 e rapidamente ganharam espaço, sobretudo em Santos.

No início eram feitas totalmente de madeira koa. Hoje, em respeito ao meio ambiente, as embarcações coloridas são construída em fibra de vidro.
Longas,medem 14 metros, tem apenas 50 cm de largura e um estabilizador lateral (chamado de ama), fixado por dois suportes (chamados de yakos) e pesam 180quilos.

Além de Santos, as canoas estão espalhadas pelo Brasil, com equipes na raia olímpica da USP, em São Paulo, São Sebastião, Rio de Janeiro, Cabo Frio, Florianópolis, Salvador, Ilha de Itaparica e até mesmo em Brasília, no lago Paranoá, e em Belém do Pará, onde os atletas já desafiaram a Pororoca.
 

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